Resenha: Amante Eterno de J. R Ward

Titulo: Amante Eterno
Título Original: Lover Eternal
Autor:  J. R. Ward
Editora: Universo dos Livros
Paginas: 448
Ano: 2010
ISBN: 978-85-7930-084-4
Nota: 5/5













Nesse segundo volume da Série Irmandade da Adaga Negra vai ser focada mais no Raghe, mais conhecido como Hollywood. Esse livro é muito diferente do primeiro em diversos pontos, mas ainda possui o foco no romance.


Raghe é dono de uma beleza indescritível, por isso o apelido de Hollywood, mas devido algumas atitudes suas do passado ele foi amaldiçoado pela Virgem Escriba, sendo obrigado a conviver com a besta que pode aparecer a qualquer momento e lugar, já que a besta é libertada quando Raghe não consegue controlar a sua raiva. Para manter o controle ele usa diversas maneiras para descontar as sua raiva, lutas e muito sexo.  

Mary é uma mulher que já enfrentou muita coisa e acaba de descobrir que o câncer que ela teve no passado voltou, fazendo o seu mundo desabar novamente. Ela é dona da mais bela voz que é capaz de tocar todas as almas, inclusive aquelas mais difíceis e improváveis, como a da besta. Raghe conhece Mary através de Bella, uma vampira que procura a irmandade por achar que encontrou um guerreiro antes de sua transição. O encantamento de Raghe por Mary é tanto que mesmo proibido por Thor, um dos irmãos da Irmandade e que assumiu o lugar de Wrath (já que ele assumiu a sua responsabilidade), a ter qualquer contato com a humana, ele decide conhecer a bela dama de uma voz magnífica.

Através de Bella, ele consegue marcar um encontro com Mary, que mesmo não sabendo quem ele é decide se arriscar e conhecer o amigo misterioso de Bella. Quando ela o viu, um cara lindo, sedutor, viril e perfeito em todos os aspectos (aos olhos dela) teve a absoluta certeza de que tudo não passava de uma pegadinha sem graça, pois ela não se relacionava com ninguém a muito tempo e depois do tratamento em que ela teve que fazer no câncer anterior, deformou o corpo dela, diminuindo e muito a sua auto-estima.

A intwenção de Raghe era que depois desse encontro apagar a memória de Mary, mas o plano falha por dois motivos, o primeiro pelo fato dele ter se encantado ainda mais por ela e o segundo por ter o passeio no parque, logo depois do jantar, ser interrompido por redutores. 

O romance entre os dois era vista como impossível pelo simples fato de que não era apenas Raghe que a queria, Mary também despertava a besta. Raghe não sabe como lido com esse novo fato, pois antes de Mary a besta só se manifestava com o descontrole de sua raiva e já tinha ficado com várias mulheres e a besta não se manifestou com nenhuma delas, elas eram apenas um efeito calmante que mantinha a besta presa dentro de si. Mais para frente Raghe percebeu que a besta se manifestava justamente por estar fascinado por Mary, isso foi meio estranho mas conforme você vai entendo o a personalidade, a essência da besta você começa a aceitar. 

O romance entre eles possui vários obstáculos, a besta, a insegurança de Mary, o fato dela ser humana e obviamente o avanço de sua doença. É por causa desse detalhe que Mary tenta com todas as suas forças resistir a atracão que sente por Raghe, ela sabe que a doença não vai destruir a vida dela, tirando tudo aos poucos e lentamente, a doença afeta e muito a pessoa que acompanha tudo. Mas, apesar de todos os seus esforços, Raghe não desiste e faz o possível e o impossível para que Mary fique bem. É quando ele pede a ajuda da Virgem Escriba, que como no livro anterior impõe uma condição.

A Virgem Escriba é um dos personagens, melhor dizendo a personagem, que menos gosto, pelo que eu entendo a função principal dela seria guiar os irmãos, ela é ao meu ver uma entidade espiritual, mas ela não age como se fosse uma, ela apenas manipula os guerreiros para que possa conseguir no final o que ela quer, com a desculpa que isso fará com que os guerreiros ganham a guerra contra Ômega.

O que mais gostei desse segundo livro, foi o romance, fiquei encantada com os pensamentos dos personagens principais, as suas crenças, os seus motivos de serem como são. Foi lindo ver o sacrifício que ambos fazem para que o amor prevaleça, mesmo que afastados um do outro, mesmo não tendo a garantia de que tudo vai dar certo no final. 

Nesse livro eu chorei, ri, me encantei não somente com o Raghe e Mary, mas com outros irmãos também, a autora conseguiu transmitir mais informações sobre a guerra, um pouco sobre cada irmão também, assim como você começa a perceber e conhecer como é a convivência de todos eles. Não sei se gostei mais desse do que o primeiro livro, acho que está empatado!

você ? Já leram esse volume? O que acharam? Me contem vou adorar saber a opinião de você ! Se quiserem falar sobre o que devo esperar do terceiro volume, sem spoillers, também vou adora!

Por hoje é só, espero que tenham gostado.

Até a Próxima e Boa Leitura!!!!












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